Saúde da Mulher

Mais de 2,6 mil pacientes receberam as visitas dos Trapamédicos e TrapaPet em 2019

Publicado em 01/08/2019

A rotina dos doutores em besteirologia e cães que integram o TrapaPet foi agitada no primeiro semestre de 2019. Até 20 de julho, os voluntários impactaram 2.647 pessoas em Blumenau (SC). Foram 2.539 visitas realizadas pelos Trapamédicos e 108 pelos focinhos da ONG. 


O projeto atua no Hospital Santa Isabel, Hospital Santo Antônio, Hospital Santa Catarina, Renal Vida e Asilo São Simeão. São cerca de 70 voluntários e três cães que fazem parte do grupo, que tem como objetivo transformar os ambientes dessas instituições. Os Trapamédicos são compostos pelo TrapaPet e outras vertentes como: Projeto Alecrim Dourado, que faz intervenções com instrumentos musicais na ala psiquiátrica e UTI neonatal de hospitais e o Trapacello, iniciativa que leva o acolhimento para as recepções das entidades. 

Para Adriana Kreibich da Costa, presidente da ONG, poder atuar de diferentes formas e tocar cada vez mais pessoas é motivo de orgulho. "Quando iniciamos, eu não fazia ideia da proporção que isso iria tomar. Fico muito feliz em ver os Trapamédicos impactando tanta gente e transformando, nem que seja um pouquinho, a realidade desses pacientes", diz. Ela ainda ressalta que todo o trabalho é voluntário e levado a sério. "A maioria dos integrantes tem seus ofícios, casa e rotina intensa. Ainda assim, tiram um tempo toda a semana para fazer a diferença. Esse comprometimento e dedicação são essenciais para continuarmos atuando", complementa. 

Os Trapamédicos completaram 13 anos em 2019 e já atingiram 55.285 pessoas. Os patrocinadores da ONG são Unimed Blumenau, Hospital do Pulmão e Agrosul Catarinense – Royal Canin.

Sobre os Trapamédicos
Doutores em besteirologia que buscam transformar a rotina de quem está em tratamento. É assim que trabalham os voluntários do Trapamédicos, organização sem fins lucrativos que há mais de uma década atua em Blumenau (SC). Os palhaços de hospital levam semanalmente um clima de descontração para os pacientes que visitam e alertam: eles não querem fazer rir, mas deixar o dia a dia de quem passa por situações difíceis um pouco melhor e mais leve. Em 2013 o projeto ganhou uma vertical: o Trapapet, em que os cães dos voluntários são treinados para realizarem visitas no Asilo São Simeão e também à Ala Psiquiátrica do Hospital Santa Catarina.

 

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Fonte: Carol Sperb/Melz Assessoria de Imprensa

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