Pediatria

Novembro Dourado: 11 mil novos casos de câncer infantojuvenil por ano no Brasil

Publicado em 21/11/2018

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) no Brasil são registrados mais de 11 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes (até 19 anos), a cada ano. O tema é evidência no mês de novembro por meio da campanha Novembro Dourado, já que no dia 23 deste mês, Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil, diferentes instituições divulgam materiais e realizam atividades de conscientização sobre o assunto. Um exemplo é a Calesita Brinquedos,que desenvolveu uma campanha especial para alertar os pais sobre os métodos de prevenção. “Nós sempre levantamos a bandeira da presença dos pais na vida de seus filhos. É nosso papel também estar presente na vida das famílias em um momento tão importante como esse”, ressalta a diretora da empresa, Nadia Vacinaletti.

Com o mote “Câncer infantojuvenil. O diagnóstico não pode esperar”, a campanha contempla outdoors e materiais gráficos com dicas sobre os sintomas, hotsite, vídeos com especialistas veiculados no canal da marca no Youtube e nas redes sociais e ação de endomarketing com os colaboradores através da distribuição de materiais gráficos educativos e bottons. Além disso, no sábado (17/11), voluntários da Calesita fizeram uma intervenção no centro de Pomerode (SC), cidade sede da empresa, distribuindo balões dourados para conscientizar a população e ao mesmo tempo presentear as crianças com algo que elas gostam e podem se divertir.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, no Brasil, em 2011, ocorreram 2.812 óbitos por câncer em crianças e adolescentes (0 a 19 anos). As neoplasias malignas ocuparam a segunda posição de óbitos (7%) nesta faixa etária, perdendo apenas para os óbitos por causas externas.

A entidade alerta que a detecção do câncer em estádios mais localizados reduz consideravelmente as complicações agudas e tardias do tratamento, além de contribuir para maior percentagem de cura.

Sinais de alerta:

  • Mancha branca nos olhos, perda recente de visão, estrabismo, protrusão do globo ocular;
  • Aumento de volume (massa): abdome e pelve, cabeça e pescoço, membros, testículos e glândulas;
  • Sinais/sintomas sem explicação: febre prolongada, perda de peso, palidez, fadiga, manchas roxas pelo corpo e sangramentos;
  • Dores: ossos, articulações, nas costas e fraturas, sem trauma proporcional;
  • Sinais neurológicos: alteração da marcha, desequilíbrio, alteração da fala, perda de habilidades desenvolvidas, dor de cabeça por mais de uma semana com ou sem vômitos, aumento do perímetro cefálico.


Postado por: Redação - com informações Oficina das Palavras

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